
Em momentos de crise, como o atual, fica cada vez mais difícil para as empresas diferenciarem seus produtos/serviços. Isso porque o consumidor, nessa situação, coloca como fator determinante para sua opção de compra o preço. Ou seja, todos os investimentos que a empresa fez em P&D, qualificação do atendimento e outros, não se tornam capaz (em momento de crise) de competir com o valor do bem. Um exemplo atual são as companhias chinesas que vêm ganhando espaço à medida que praticam preços menores em seus produtos. Diante disso, companhias que investiram volumes altos de capital na especialização do seu negócio, vêem-se em desvantagem, pois acabam perdendo “share” para concorrentes menos conhecidos, que possivelmente oferecem qualidades a desejar, mas que têm preços menores. Então, o que essas companhias prejudicadas podem fazer?
Em um momento sensível de crise econômica, as empresas que praticam uma tabela de preços acima dos praticados no mercado, devem ser bastante cuidadosas em suas pretensões. O aconselhável é que as empresas foquem em manter seus clientes e ganhar participação de mercado. Para manter seus clientes é necessário que essas empresas estejam mais presentes nas relações com os consumidores, utilizando para isso o marketing experencial, pois proporciona aos consumidores uma relação mais humana entre consumidor x empresa. Além disso, também é recomendável reforçar a ideia de diferenciação do produto, pois, cria uma barreira para os concorrentes que querem “roubar” os clientes das grandes companhias. Já para ganhar participação de mercado é imprescindível que as empresas “pisem no acelerador” na área em que seus concorrentes tiverem freado devido à crise. Para que assim, a falta naquilo que o concorrente deixou de fazer seja sentida pelos consumidores e, assim, comecem a optar pela empresa que possui aquele serviço, no caso, a sua.

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