
Esse será o nome adotado pela Sadia e Perdigão, agora, após sua fusão. A união entre essas duas empresas poderosas na indústria alimentícia é resultado de anos de conversa, e veio no momento em que a crise econômica mostra seu lado mais negro. Mas será que a fusão foi devido à crise? Sim. As duas empresas, além do Brasil, mantêm escritórios em países que estão sendo gravemente afetados pela crise. Porém, o problema que originou a fusão foi à enorme dívida contraída pela Sadia, que com a crise, tomou proporções gigantescas. O que mostrou ser necessária uma fusão para salvar a Sadia. Essa fusão além da dívida trouxe grandes ambições. A Brasil Foods pretende ganhar participação de mercado e para isso, poderá usar uma precificação menor em seus produtos. Essa estratégia minará a entrada de novos concorrentes e exigirá dos rivais atuais, uma estratégia forte de marketing para se sustentar no mercado. Entretanto, não apenas os competidores da Brasil Foods S.A sairão em desvantagem com essa fusão, os consumidores também. Com a fusão, a competição que antes ocorria entre duas empresas de grande porte, agora, será apenas entre empresas internacionais – que não possuem tanta força no país – nacionais e regionais. Vale ressaltar, que as empresas que se encaixam nessas duas últimas opções não possuem tanta expressão e força perante a nova Brasil Foods S.A, o que acarretará no fechamento de algumas delas. Fora isso, quando a BRF estiver consolidada no mercado ela poderá elevar seus preços ou diminuir a qualidade dos seus produtos, sem que o consumidor encontre concorrentes que a substitua, pois, nenhuma empresa terá como competir com ela através de preços.

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