
Estive bem desaparecido esses dias. Tudo devido a trabalhos estressantes e provas cansativas. Entretanto, agora que se finalizaram as provas e, a Semana Santa deu a cara, estou de volta postando para vocês.
Bem, este primeiro post de retorno será sobre as mídias sociais. Algo que vem ganhando bastante espaço e sendo alvo de debate no meio publicitário. Afinal, como atingir as pessoas nessa mídia sem parecer uma invasão? Sem atingir a “liberdade” que as pessoas sentem ali? Até porque se essas pessoas se sentirem invadidas, elas colocarão outras contra sua publicidade e consequentemente seu produto/serviço. Algumas experiências foram feitas na rede social mais famosa do Brasil, Orkut, e mostraram-se até agora satisfatórias. Como aquele espaço aberto acima das comunidades do profile de cada um. Entretanto, outras redes como o Twitter ainda engatinham na venda dos seus espaços. O caso mais famoso e recente, diga-se de passagem, saiu no The Wall Street Journal, foi o caso do apresentador Marcelo Taz. O ancora do CQC da Bandeirantes, vendeu o espaço no Twitter para uma empresa e, o próprio, responsabilizou-se de postar em seu Twitter informações/vantagens acerca da empresa há cada tempo. Tudo isso para não parecer invasivo. Lembre-se: Nesse meio as pessoas são bastante sensíveis. Outro caso no Twitter, esse, porém, malsucedido, foi o do chocolate americano, muito parecido com o M&M’s. Nesse caso, o produto sofreu com o ataque impiedoso dos twitters, que criticaram, em algumas situações, agressivamente, o produto. Até a agência de publicidade americana responsável por isso, correu para tirar a divulgação a fim de evitar prejuízos maiores. Isso mostra que está nascendo um novo consumidor com as mídias sociais. Consumidor esse que não tolerará mais publicidades invasivas. Consumidor esse muito mais interativo e que premiará as publicidades que o conquistarem pelo humor inteligente, inovação e criatividade.

Nenhum comentário:
Postar um comentário